NESSA EU VOTO!
A LUTA CONTINUA
SEJAM BEM VINDOS!!!...
CAMPOS DOS GOYTACAZES/ RJ, A LUTA CONTINUA!...
sábado, 4 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
BLOG DA PROFESSORA ODETE: Caminhada no JockeyAqui estão as fotos da linda c...
BLOG DA PROFESSORA ODETE: Caminhada no Jockey
Aqui estão as fotos da linda c...: Caminhada no Jockey Aqui estão as fotos da linda caminhada no bairro Jockey de ontem, 26 de Julho Coligação Proporcional: Campos Precis...
Aqui estão as fotos da linda c...: Caminhada no Jockey Aqui estão as fotos da linda caminhada no bairro Jockey de ontem, 26 de Julho Coligação Proporcional: Campos Precis...
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Eleição SEPE 2012
"RENOVAR, PARTICIPAR E LUTAR"
Coordenação-Geral
Marcelo Gomes Soares
Edson da Silva Braga
Secretaria de Funcionários
Alex Sandro Tavares de Azeredo
Secretaria de Aposentados
Edgard Monzato Almeida
Secretaria de Cultura, Formação
Sindical e Assuntos Educacionais
Sérgio Luis Bessa Ribeiro
Secretaria de Assuntos Jurídicos
Ana Paula de Araújo Peres
Secretaria de Imprensa e Comunicação
Mayara de Abreu da Mata
Secretaria de Saúde e Direitos Humanos
Elizabeth Ribeiro de Souza Rosário
Secretaria de Finanças
Janiara Martins de Almeida
Suplentes
América Pereira da Rocha
Rita de Cássia das Dores Marins
controle do tempo, modelo fordista, em detrimento da qualidade e do modelo humanista
de educação. O modelo capitalista adotado, mesmo em crise, explora e banaliza o
trabalho causando prejuízos na qualidade do ensino e na qualidade de vida dos
trabalhadores da educação.
Cada vez mais presentes, temos institutos e fundações interferindo nas políticas
educacionais que, junto com a precarização do trabalho, dão o contorno de privatização
das escolas públicas, inclusive, com implantação da meritocracia, com avaliações que não
levam em conta as condições de trabalho.
A chapa 10 assume a responsabilidade e o compromisso de estar à frente da luta de
resistência contra o desmonte da educação pública. Assumimos o compromisso de sermos
uma alternativa ao isolamento vivido, hoje, pelo sindicato e de ampliar o diálogo com a
comunidade escolar, sociedade e governos. Assumimos, também, o compromisso de lutar
por uma escola de qualidade, libertária, digna e transformadora.
MUDAR É PRECISO! VOTE CHAPA 10! - ELEIÇÕES 26, 27 E 28 DE JUNHO
SEPE Central: Oposição CHAPA 2
SEPE CAMPOS É 10
Por um SEPE de vitórias
sábado, 21 de abril de 2012
BRASIL ESTA LONGE DE UM ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO
GABARITO DO EXAME DA OAB - ESQUEMA PARA REPROVAÇÃO EM MASSA
Exame de ordem: PASMEM: Denúncia anônima de um Membro do Conselho Federal da OAB
Exame de ordem: PASMEM: Denúncia anônima de um Membro do Conselho Federal da OAB
Recebi a presente denúncia anônima por meio de um dos comentários ao nosso sitio.
COMO FUNCIONA O ESQUEMA DE APROVAÇÃO NO EXAME DE ORDEM
O que muita gente não sabe sobre o exame de ordem, pois bem, sou membro e advogado do Conselho Federal e resolvi relatar aqui algumas verdades vez que ando indignado com essa confusão toda em torno do exame de ordem.
Uma breve abordagem histórica antes:
Na história antiga os poderes concentrados começam a se destruir internamente, porque seus líderes de maneira arbitrária começam a praticar atos muito contrários a legalidade, desta forma, as próprias pessoas que compõem o poder se rebelam fazendo com que seus líderes sejam destruídos.
Resumidamente para reforçar o que escrevo, aconselho aos senhores assistirem ao filme operação Walquiria e verão o tanto que o abuso de poder incomoda até mesmo os que delem fazem parte.
A Realidade:
Diante do alegado acima descrito, me apresentarei como uma pessoa rebelada e muito revoltada diante de tal situação criada pelo então Presidente Ophir Cavalcante, um homem que até pouco tempo atrás eu tinha muito respeito.
O que não se sabe é que, o Exame de Ordem tem o único objetivo de criar uma reserva de mercado, as estatísticas de aprovação se dão da seguinte forma:
1ª fase: O índice de aprovação não pode superar 60%, as vezes o próprio Conselho fixa um número X de porcentagem de aprovados, ou melhor esclarecendo, as bancas nunca analisam profundamente nenhum recurso, os referidos recursos interpostos na 1ª fase são analisados da seguinte maneira:
Calcula – se o número de aprovados na 1ª fase, verifica-se se esse número atingiu ou não entre 50% ou 60%, se não atingiu então a OAB resolve da seguinte maneira: verifica-se quem fez 49 pontos e faz um calculo com cada questão, ou seja quem fez 49 pontos e se a questão anulada for a de numero 13 e atingir entre 50% e 60% daremos por encerrado as anulações.
Na mesma esteira, anulando a referida questão e não se conseguiu atingir o número de porcentagem determinada pela OAB para aquele exame de ordem, então anula-se mais uma questão até atingir a porcentagem determinada.
Observa-se que a OAB determina um prazo curto da divulgação do resultado da 1ª fase, tipo de 6 a 8 dias para não dar tempo de um examinando entrar na justiça e conseguir via mandado de segurança o direito de poder estar na 2ª fase.
Isso é feito de propósito, é tudo planejado, bem calculado, sabemos que o Judiciário está empilhado de processos e não julgará qualquer medida judicial em tempo hábil.
Já na segunda fase é diferente, o índice de aprovação não pode ser superior a 15%, e o gabarito só é divulgado no dia do resultado, ficam em média 3 gabaritos guardados a 7 chaves sendo comparado com as notas dos alunos que são aprovados, alterado na surdina caso haja aprovação alta, sendo estes um gabarito normal, um médio e um difícil e utiliza-se um ou outro dependendo do número de aprovados. Diante disso os recursos são analisados da seguinte maneira: Analisa-se primeiro quem fez 5,99 em ordem decrescente, se a banca tiver analisando até aqueles que fizeram 5,50 e entre essas notas esses aprovados atingirem 15% de aprovação, o assunto estará encerrado.
Existem casos que até quem está incluído entre essas notas de correção fique reprovado, isso é porque não é pra dar muito na cara, portanto, quem fizer 5,0 as chances de ter seu recurso analisado a fundo serão mínimas, pode até ser que haja uma melhora na correção, mas, dificilmente aprovação.
Entretanto, espero poder ter contribuído com vocês, infelizmente não posso me identificar, asseguro a vocês, se não for por determinação judicial para cancelar o exame de ordem ou anular a prova da 2ª fase, as recorreções não terão êxitos, diante dessa alegação o próprio STF já se posicionou no sentido de que o Judiciário não tem competência para corrigir prova de concurso, somente a banca realizadora assim tem, sendo assim, a referida banca pode até recorrigir, mas as pessoas continuarão prejudicadas.
Grato com tudo e espero ter contribuído.
Atenciosamente
Membro do Conselho Federal anônimo.
DIGA NÃO À TAXA DE INSCRIÇÃO DO NEFASTO E ILEGAL EXAME DA OAB
Precisamos cobrar da justiça o andamento dessa ação para que não fique engavetada ou seja procrastinada, visto que o declínio de competências virou moda.
A OAB tem que parar de obter lucro financeiro com o seu inconstitucional, nefasto e imoral exame.
terça-feira, 17 de abril de 2012
MP INFORMA SOBRE PRISÃO DE FRAUDADORES NO CONCURSO PUBLICO
O Ministério Público Estadual acaba de informar, através de seu Portal, sobre as prisões efetuadas durante a realização do concurso publico da prefeitura de Campos, no ultimo domingo, 15.
O Ministério Público do Estado Rio de Janeiro, por intermédio dos policiais que integram o Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), cumpriu sete mandados judiciais de busca pessoal e apreensão junto a candidatos que realizaram, no último domingo (15/04), prova de concurso público para o cargo de agente de operação e fiscalização de transporte coletivo da Prefeitura de Campos dos Goytacazes. A investigação começou há cerca de 20 dias, após denúncia de cidadão que não se identificou à Ouvidoria do MPRJ (e não da Prefeitura de Campos), que informava que alguns candidatos fariam a prova munidos de aparelhos eletrônicos de comunicação.
A ação do GAP decorreu de pedido de expedição de mandados formulado pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal, subscrito pelos Promotores Alessandra Honorato Neves Batista e Victor Santos Queiroz, ao Juízo no sábado anterior (14/04), após a apuração preliminar da denúncia. Os mandados foram cumpridos na Universidade Estácio de Sá, no Colégio Thieres Cardoso, no Centro Educacional Feliciano Azevedo e no Colégio Estadual Silvio Bastos Tavares, onde os candidatos suspeitos faziam suas provas. "A atuação dos agentes do GAP foi discreta e eficiente para não prejudicar o normal andamento do concurso e se destinou a debelar esse foco isolado de fraude eletrônica, de acordo com as notícias que chegaram ao Ministério Público ", informou o Promotor de Justiça.
Com os suspeitos, foram apreendidos aparelhos de telefonia celular, por meio dos quais outro candidato repassaria as respostas. Os sete candidatos com os quais foram encontrados os aparelhos eletrônicos foram conduzidos à 134ª Delegacia de Polícia para a lavratura da prisão em flagrante pela prática do crime de fraude em certame de interesse público, sem prejuízo do prosseguimento das investigações com relação às práticas dos crimes de formação de quadrilha e de falsidade ideológica.
O MPRJ informa que, no momento do flagrante, o concurso era plenamente válido, portanto, a eventual anulação do certame não se deveu à atuação da Promotoria de Investigação Penal, que naquele momento visava apenas aos suspeitos.
Fonte: Portal do MPRJ (mp.rj.gov.br)
A matéria revela que a ação foi da competência da 1a Promotoria de Justiça e Investigação Penal, sob a titularidade dos promotores Alessandra Honorato Neves Batista e Victor Queiroz, com base em denúncia anônima levada ao Ministério Público.
As informações da matéria oficial do MP deixa clara, peremptoriamente, que a ação dos policiais do GAP foi discreta e eficiente e que a "anulação do certame não se deveu à atuação da 1a Promotoria de Investigação Penal.
Leia a nota na íntegra:
O Ministério Público do Estado Rio de Janeiro, por intermédio dos policiais que integram o Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), cumpriu sete mandados judiciais de busca pessoal e apreensão junto a candidatos que realizaram, no último domingo (15/04), prova de concurso público para o cargo de agente de operação e fiscalização de transporte coletivo da Prefeitura de Campos dos Goytacazes. A investigação começou há cerca de 20 dias, após denúncia de cidadão que não se identificou à Ouvidoria do MPRJ (e não da Prefeitura de Campos), que informava que alguns candidatos fariam a prova munidos de aparelhos eletrônicos de comunicação.
A ação do GAP decorreu de pedido de expedição de mandados formulado pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal, subscrito pelos Promotores Alessandra Honorato Neves Batista e Victor Santos Queiroz, ao Juízo no sábado anterior (14/04), após a apuração preliminar da denúncia. Os mandados foram cumpridos na Universidade Estácio de Sá, no Colégio Thieres Cardoso, no Centro Educacional Feliciano Azevedo e no Colégio Estadual Silvio Bastos Tavares, onde os candidatos suspeitos faziam suas provas. "A atuação dos agentes do GAP foi discreta e eficiente para não prejudicar o normal andamento do concurso e se destinou a debelar esse foco isolado de fraude eletrônica, de acordo com as notícias que chegaram ao Ministério Público ", informou o Promotor de Justiça.
Com os suspeitos, foram apreendidos aparelhos de telefonia celular, por meio dos quais outro candidato repassaria as respostas. Os sete candidatos com os quais foram encontrados os aparelhos eletrônicos foram conduzidos à 134ª Delegacia de Polícia para a lavratura da prisão em flagrante pela prática do crime de fraude em certame de interesse público, sem prejuízo do prosseguimento das investigações com relação às práticas dos crimes de formação de quadrilha e de falsidade ideológica.
O MPRJ informa que, no momento do flagrante, o concurso era plenamente válido, portanto, a eventual anulação do certame não se deveu à atuação da Promotoria de Investigação Penal, que naquele momento visava apenas aos suspeitos.
Fonte: Portal do MPRJ (mp.rj.gov.br)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Candidatos são flagrados ao tentar fraudar concurso da Prefeitura de Campos dos Goytacazes
O Ministério Público do Estado Rio de Janeiro, por intermédio dos policiais que integram o Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), cumpriu sete mandados judiciais de busca pessoal e apreensão junto a candidatos que realizaram, no último domingo (15/04), prova de concurso público para o cargo de agente de operação e fiscalização de transporte coletivo da Prefeitura de Campos dos Goytacazes. A investigação começou há cerca de 20 dias, após denúncia de cidadão que não se identificou à Ouvidoria do MPRJ (e não da Prefeitura de Campos), que informava que alguns candidatos fariam a prova munidos de aparelhos eletrônicos de comunicação.
A ação do GAP decorreu de pedido de expedição de mandados formulado pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal, subscrito pelos Promotores Alessandra Honorato Neves Batista e Victor Santos Queiroz, ao Juízo no sábado anterior (14/04), após a apuração preliminar da denúncia. Os mandados foram cumpridos na Universidade Estácio de Sá, no Colégio Thieres Cardoso, no Centro Educacional Feliciano Azevedo e no Colégio Estadual Silvio Bastos Tavares, onde os candidatos suspeitos faziam suas provas. "A atuação dos agentes do GAP foi discreta e eficiente para não prejudicar o normal andamento do concurso e se destinou a debelar esse foco isolado de fraude eletrônica, de acordo com as notícias que chegaram ao Ministério Público ", informou o Promotor de Justiça.
Com os suspeitos, foram apreendidos aparelhos de telefonia celular, por meio dos quais outro candidato repassaria as respostas. Os sete candidatos com os quais foram encontrados os aparelhos eletrônicos foram conduzidos à 134ª Delegacia de Polícia para a lavratura da prisão em flagrante pela prática do crime de fraude em certame de interesse público, sem prejuízo do prosseguimento das investigações com relação às práticas dos crimes de formação de quadrilha e de falsidade ideológica.
O MPRJ informa que, no momento do flagrante, o concurso era plenamente válido, portanto, a eventual anulação do certame não se deveu à atuação da Promotoria de Investigação Penal, que naquele momento visava apenas aos suspeitos.
Fonte : MPRJ
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